quinta-feira, 8 de março de 2012
MULHERES
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
DJAVANEAR O QUE HÁ DE BOM!
De todas as paixões que tenho na vida, uma muito especial é por Djavan!!!
Sei que não sou a única, mas fã que é fã sente-se especialmente atingida pelo ídolo e no afã de ser reconhecida, chega a cometer os mais variados tipos de loucuras e paga os micos mais diversos. Esta história aconteceu comigo no ano de 1998 na cidade de Londrina.
Djavan marcou um show na cidade e eu, como uma fã egocêntrica, achava que o show seria somente para mim, portanto convidei alguns amigos para compartilharem comigo aquele momento tão especial.Tamanho era o frenesi que acabei emprestando encartes dos meus cd’s para que todos saíssem com autógrafos do show. Fomos ao show (numa casa noturna)!
A princípio minha irritação foi motivada pelos andares descontrolado de algumas "Patricinhas" que insistiam em manter a rotina da balada durante o show de “São Djavan”. Na quarta música eu já estava mais relaxada e inteiramente entregue ao show. que, na minha fértil imaginação,era feito para mim.
Quando o show terminou uma das amigas sugeriu que fossemos pedir autógrafo. Ela, menos tiete que eu, estava encantada pelo filho do ídolo. E lá fomos, marchando em direção ao palco com meus encartes de cd’s a postos. Fomos gentilmente recebidas pelo tal filho que prontamente autografou o encarte e avisou que poderíamos nos dirigir ao hotel para que conseguíssemos o autógrafo do “pai Djavan”. Demos mais um tempo na boate e saímos em carreata ao hotel.
Estacionamos os carros em frente ao hotel e desci em direção ao saguão com a segurança impressionante de quem, a essa altura, já se sentia amiga de infância do ídolo. Por que tiete que se preze não grita nem se descabela, apenas tem muito em comum com aquele que admira. Aliás, controle é algo que toda tiete pensa que tem, porém se tivesse não seria tiete!
Atravessei o saguão do hotel e me dirigi ao recepcionista. Claro que não solicitaria logo de cara o astro! Artimanha de quem sabe que a privacidade é algo muito preservado por aqueles que têm vida pública. Disse: “Por favor, poderia falar com Max?” O recepcionista fitou-me e respondeu: “Quem?” Eu retruquei: “Max, ele está com a banda do pessoal do Djavan.” Djavan... Esta era a senha! O recepcionista entendeu e respondeu que ele havia saído para jantar. Detalhe: eram mais de 2 da manhã. Fiz uma cara de decepção para que todos achassem que meu alvo era o filho, enquanto queria mesmo era o pai. Já me direcionava à saída quando retornei do meio do saguão à recepção e indaguei: “o pai dele está?” E o recepcionista novamente: “quem?” E eu respondi com a naturalidade de quem convive cotidianamente com a celebridade: “o Djavan! Ele está?” E para minha surpresa o recepcionista respondeu que sim. Meio transtornada com a informação (e agora o que fazer? Teria eu coragem para abordá-lo?) saí e fui encontrar meus amigos do lado de fora do hotel.
Como uma adolescente frívola e saltitante, informei que o venerado cantor estava no hotel. Agora, com reforços (duas, das três amigas aliaram-se e animaram-se à solicitação do autógrafo) adentrei novamente no saguão do hotel em direção certeira à recepção. Falei ao recepcionista que queria um autógrafo do gênio no encarte do cd. Foi quando ele prontamente atendeu meu pedido e interfonou para o compositor.
O que eu ouvi naquele momento foi algo mais ou menos assim: “Seu Djavan, desculpa incomodar, mas a Denise está aqui em baixo pedindo um autógrafo no disco”. Depois de um breve silêncio, o recepcionista repete: “A Denise”. E continua: “Sim, senhor. Tá certo. Boa noite”. Desligando o interfone ele comunicou: “Seu Djavan avisou que amanhã pela manhã ele poderá autografar o 'disco'". Com o olhar mais frustrado que o de uma criança sem presentes no Natal, fui me arrastando até a saída com minhas solidárias amigas me acompanhando. O som ao fundo era o da voz do recepcionista avisando aos outros funcionários: “Seu Djavan avisou que não quer ser mais incomodado”.Ingrato! Eu incomodando? Imagine!
Do lado de fora, após o comunicado da frustrada empreitada no meio da madrugada, um dos amigos começou a gritar como um desabafo pela espera e pela cena infeliz de pedir para que o “São Djavan” assinasse um simples encarte de cd. Ele berrava: “Djavan, Oh, Djavan! Desce aí, cara. A Denise quer te ver! Djavan, oh, Djavan! Acorda, Djavan! A gente tá aqui embaixo”.
Com a vergonha de quem seria reconhecida pelo ídolo ordenei que todos deveríamos sumir de lá o quanto antes. Melhor assim! Preferível o anonimato sem autógrafo do que o reconhecimento da incomoda cena conduzida pelo amigo. Até hoje tenho uma dúvida: será que o tal recepcionista interfonou mesmo para o astro? Porque se for verdade pelo menos ele sabe que uma tal Denise quis um autógrafo seu no meio da madrugada.
Como já disse antes: tiete é o bicho mais egocêntrico do mundo!
Beijos, me bloga!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O QUE UMA MULHER QUER
Atente-se a o que está rolando no entorno. Se estamos comentando sobre os sapatos da amiga essa é a pior hora para bitoquinhas e mordiscadas na orelha. Pode parecer incrível, mas tem outras coisas além de sexo que nos dão muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito prazer!
Adoramos flores, mas o 45º buquê na mesma semana torna-se previsível. Às vezes uma mensagenzinha no celular pode ser até mais interessante!
Na maioria das vezes, nosso dia é subdividido em inúmeras tarefas, evite cobranças descabidas nem compare o comportamento da atual com a ex. Isso pode ser o transtorno de muitos relacionamentos.
Mulheres seguras e determinadas tomam muitas decisões no dia a dia, portanto, faça menos perguntas e apresente alternativas. Se nenhuma das alternativas for escolhida é que não foi feliz nas propostas. Só aí, pergunte: “Vamos almoçar no japonês ou no chinês?” Mesmo assim é uma pergunta direcionada. É tudo que precisamos! (embora a gente negue na maioria das vezes).
Mais 2 preciosas:
1ª Jamais mencione os motivos de sua separação nem fale mal ou bem de sua ex. Se vacilar é capaz de darmos razão para ela. Solidariedade e inveja feminina são 2 mistérios ainda não desvendados!
2ª Assim como vocês não entendem a necessidade que temos por sapatos e bolsas, nós não entendemos a analogia entre carro e potência sexual. Ficar horas explicando a diferença entre um motor flex e um bloques flotes ell ell ell, pode ser desistimulante demais!
Aí vai a dica de ouro...
(Peço perdão às amigas, mas tive que falar com todas as letras, foi inevitável!)
Nunca, jamais, em hipótese alguma fale de sua triste situação financeira! A não ser que queira dispensar a mulher e não tenha coragem para tanto!Não existe nada pior do que um homem que chora miséria! Isso é típico daqueles que foram (ou ainda são) casados há anos! “Tô sem grana prá gasolina” ou “Ainda não recebi do cliente que está me devendo” ou ainda pior: “Tive que pagar a pensão da ex e estou falido esse mês”!
Portanto, relaxe! A mulher tá dando mole e você está numa fase de saldo negativo e dívidas ? A saída é não entrar em detalhes. Empresta o carro do amigo, ou proponha uma caminhada à luz da lua, capricha no visual, não exagera no perfume, seja criativo e vá à luta! Quem tem atitude, vai longe!
Mas se você não tem amigos nem boas ideias ou falta criatividade para reinventar a situação, então você deve manter distância de mulheres de verdade, pois de duas uma: ou você NÃO PODE ou você NÃO QUER!
Esta é a opinião de UMA mulher!
Beijos, me bloga!
domingo, 24 de julho de 2011
MINHA VIDA SEM CALCINHA
Dia desses tirei a óbvia conclusão de que desde que nascemos nós, mulheres, somos amarradas.
Por medida de higiene e segurança as fraldas são adotadas há séculos, porém as meninas tem uma peculiaridade: as calcinhas são introduzidas nas vestimentas junto com as fraldas.
A bebezinha que usa o seu 1º vestidinho ganha a calcinha como acessório fundamental para esconder as fraldas. Geralmente são rendada, cheia de informações completamente dispensáveis para o conforto, mas imprescindíveis para causar comentários: “que fofura!” “que gracinha!”
Crescemos mais e as rendinhas passam a surtir outros comentários: “que sexy” que sensual!”
Com os meninos é diferente! Geralmente a cueca substitui as fraldas. Nada de excessos, afinal os meninos são menos complicados que as meninas!
Eu, particularmente, acreditava que a calcinha fizesse parte do meu próprio corpo.
Até que me um belo dia me LIBERTEI!
Dormir sem calcinha pode ser a melhor tradução de liberdade que alguém pode sentir. Por mais confortável que a dita cuja seja, é bom perceber que podemos SEMPRE melhorar nosso estado de liberdade.
A princípio causa uma certa insegurança: será que posso? Será que devo? Depois são momentos solitários e muito introspectivos, mas depois... OUSADIA TOTAL!
Quem disse que não podemos atender a porta sem calcinha ou pegar a correspondência na portaria, ou até mesmo levar o lixo na lixeira?
LIBERTE-SE, SUBVERTA! Saia no hall de entrada pelo menos uma vez sem calcinhas. Quem vai saber? Mas por favor, esteja com uma calça larga ou com um vestido solto, porque não quero ninguém me acusando de estimular a mulherada sair por aí peladona!
Ah! Algumas roupas são IMPOSSÍVEIS de serem usadas sem calcinhas: calça jeans, por exemplo! Ui!!! Deixa prá lá!
Porém lembre-se: se você não está preparada é melhor não experimentar, porque depois de provar essa liberdade, você vai se habituar e vai se sentir tão liberta, mas tão liberta que até suas ideias ficarão mais soltas, mais "despudoradas"... Afinal sua feminilidade estará sem intermediações e você se sentirá , literalmente, livre.
Depois que aboli a calcinha (em alguns momentos do dia), me tornei mais corajosa e mais segura!
Se tenho uma decisão difícil a tomar eu me questiono: com calcinha ou sem calcinha? Se for SEM CALCINHA é sem filtros, sem amarras, sem máscaras! Se for COM CALCINHA é com mais pudor, mais cautela, mais contida! Porém sempre com muuuuita elegância!
Mas lembre-se: SEM CALCINHA com jeans pode ser muito doloroso e COM CALCINHA de camisola pode ser um desperdício!
E então? Preparada? Que tal agora?
Beijos, me bloga!
segunda-feira, 14 de março de 2011
AS PROLETINHAS
Desde a primeira vez que ouvi a música BURGUESINHA do Seu Jorge, fiquei imaginando uma versão "baixa renda" em homenagem as "gatas" que não perdem o charme e lutam nessa selva de pedra com muito estilo!
Então aí vai minha homenagem às proletinhas...
Procurando emprego
Como balconista
Rala o dia inteiro
Sonha em ser artista
Falta o dinheiro
Vai de motorista
Com o busão lotado
Vai parar na pista
Final de semana
Faxina na casa
Só contando a grana
Na maior pendura
Vai pro pagode
Dança na laje
Com a sua tribo
Até de madrugada
Proletinha, proletinha
Proletinha, proletinha
Proletinha
Só com a ralé
Proletinha, proletinha
Proletinha, proletinha
Proletinha
Vai é com fé
Proletinha, proletinha
Proletinha, proletinha
Proletinha
Do pão na chapa
Proletinha, proletinha
Proletinha, proletinha
Proletinha
Vai na raça
domingo, 21 de novembro de 2010
SORTE, MUITA SORTE!
Mas alguém pode me explicar o que aconteceu comigo ontem?
Fui almoçar com minha querida amiga no chinês. Acabamos de almoçar e fomos ler as mensagens dos biscoitinhos da sorte, já que comer o biscoito é um mero detalhe! Evidentemente, almoçamos, desembrulhamos os biscoitos e os quebramos sem interromper nossa conversa (incrível como falamos de boca cheia sem perder a elegância!). Quando quebrei meu biscoito fiquei atônita! Não havia nada dentro dele! Imediatamente interrompemos o assunto e minha querida amiga caiu na gargalhada!
Como assim, sem mensagem? Poderia vir faltando o biscoito, não a mensagem! Aliás, o dito cujo se chama “biscoito da sorte” porque a mensagem revela a sorte de quem comê-lo!
Ameacei reclamar no restaurante, mas desisti. Confesso que achei um tanto quanto ridícula a reclamação: "Moço, meu biscoito veio vazio! Quero outro, mas exijo a mensagem!"
Ela ainda garagalhava da situação quando uma funcionária do shopping, ao tentar passar pelo estreito espaço entre duas mesas, quase derrubou uma bandeja com pratos sujos na minha cabeça. Aliás, na mesa ao lado, um garoto empurrou tanto sua cadeira que quase cai da minha.
Então pensei: isso só pode ser falta de sorte! Alguém já comeu um biscoito da sorte sem mensagem? Se tiver mais alguém podemos abrir uma comunidade no orkut "Eu comi um biscoito da sorte vazio".
Mas sendo eu uma otimista irrecuperável que além de ser filha de um operário militante de esquerda, nasceu numa sexta-feira 13 , é professora, socióloga, mãe de 3 filhos, vê graça em tudo e fala até enquanto dorme, tirei outra conclusão.
Eu sou a única pessoa que eu conheço que já comeu um biscoito da sorte sem mensagem! Só pode ser sorte! Melhor um biscoito vazio do que uma mensagem que deixasse um certo ar de pessimismo ou negatividade no ar! Melhor a bandeja com o prato vazio quase cair na minha cabeça do que um prato cheio cair, de fato, não é mesmo?
Quanto ao garoto que quase me fez cair da cadeira... Bem, isso não foi falta de sorte, foi falta de educação mesmo! E sendo bem otimista, sorte a dele que eu estava preocupada com o biscoito, senão...
E assim sigo eu me espelhando em Lygia Fagundes Telles: "Maturidade não é discernir o bom do ruim, mas sim, tentar ver o bom em tudo aquilo que parece ser ruim".
Beijos, me bloga!
Enfim ele chegou!
Cada vez que pensava como seria ficar com ele me sentia confusa, irritada e me consolava pensando que não poderia ser muito diferente dos anteriores ou do atual, apenas um marco convencionado.
A solução foi relaxar e curtir as incertezas e os próximos desafios!
Fantasiei inúmeras formas de recebê-lo: entre amigos, em lugares desconhecidos, instrospecta, comemorando...
Mas o fato é que ele chegou e entrou em minha vida de forma muito natural, diria até indolor e muito prazerosa. Foi recebido em grande estilo numa noite de garoa na terra da garoa no sábado 13/11 rodeado por desconhecidos elegantes e conhecidos muito amados.
Enfim ele chegou! Os 40 entrou (prefiro tratá-lo no singular) em minha vida e me deixou muito mais segura, muito mais feliz, muito mais pronta.
Um uivo em homenagem às lobas.
Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!
Que venham os próximos 40!
Beijos, me bloga!